Entrevistas
Festival Maquinária confirma shows das bandas Deftones e Jane’s Adiction
É o que diz a manchete dos jornais. Parece que é certa a vinda da banda mesmo. Vamos ver se confirmam no site oficial do festival ou da banda.
Fontes:
Festival Maquinária confirma shows das bandas Deftones e Jane’s Adiction
http://www.abril.com.br/noticias/diversao/festival-maquinaria-confirma-s...
Faith No More, Jane's Addiction e Deftones, shows confirmados - Bandas tocam no primeiro dia do Maquinária Festival que acontece em novembro, na Chácara do Jockey
http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,faith-no-more-janes-addict...
Kerrang! entrevista Chino
A revista Kerrang" conversou com Chino Moreno recentemente sobre o progresso de composição para o novo álbum. A curta entrevista, que pode ser achada no blog oficial do DEFTONES, segue abaixo.
Kerrang!: Parece normal vocês levarem anos para lançar um novo CD. Por que este aconteceu rápido?
Chino: "Nós temos gastado nosso tempo nas últimas gravações mas este aconteceu muito rápido. Nós saímos da turnê e ficamos um mês fora. Então nós fomos pro estúdio e gravamos um monte de músicas muito rápido."
Kerrang!: Isso parece um grande perído fértil.
Chino: "Foi. A coisa mais importante que nós tivemos que fazer foi parar nossos hábitos e mudar o jeito que nós fazíamos as coisas no passado. Uma das razões dos últimos CDs levarem tanto tempo foi porque todos trabalhavam separadamente. Nós deviamos gravar nossas partes então mandar um email sem geralmente nós vermos outra parte. Desta vez, nós fomos todos juntos o que ajudou muito. Na verdade, eu disse que nossa relação de trabalho é melhor do que já foi antes. Por isso, tudo melhorou - nossas amizades e nossas vidas. Nós estamos muito felizes agora."
Kerrang!: O último álbum teve um começo difícil. Você não estava certo quem você queria ser na banda e havia muita tensão entre a banda. Isso mudou?
Chino: "Houve muito problemas no último álbum, definitivamente. O jeito que nós trabalhandos atrapalhou e a comunicação na banda não foi boa. Isso mudou agora que nós nos aproximamos. Fazendo dessa última gravação uma experiência séria. Foi sem muita direção. Mesmo a idéia de gravação foi fazer algo vago, e está muito bom o que fizemos. Eu gostei, mas quando nós nos focamos e trabalhamos juntos, é muito melhor."
Kerrang!: A relação entre os membros da banda melhorou?
Chino: "Ao longo desses anos, nós tivemos algumas problemas - divórcios, problemas financeiros, vida - foi um tempo difícil. Nós saimos disso agora. Eu odeio dizer que está tudo à mil maravilhas com a banda, mas é isso!"
Kerrang!: Então você pensa positivo agora?
Chino: "A razão de nós estarmos na banda é porque é divertido. Não foi nada divertido quando nós fizemos 'Saturday Night Wrist'. Eu realmente não gostaria de fazer isso jamais, por isso eu deixei a banda de lado e fui fazer algumas coisas do TEAM SLEEP. Eu não estava muito certo se retornaria pra banda também. Nós tivemos que pára porque nós ficamos juntos 10 anos direto e foi um cruel ciclo de estúdio, turnê, estúdio, turnê. Não foi bom. Mas, redescobrindo nossas amizades, tudo valeu à pena novamente. Cada dia fica melhor e melhor agora."Kerrang!: Como soa o novo material?
Chino: "As músicas são muito estranhas, o que é um alívio pra mim. Eu não tenho tocado guitarra nessas novas músicas então Steph (Carpenter, guitarrista) tem levado o leme e se saiu muito bem. Ele tem sido muito criativo em escrever coisas estranhas e melódicas. É ótimo porque eu quero que o album seja um tanto estranho o quanto nós pudermos fazer isso sem alienar as pessoas. Se eu tivesse que comparar à algumas das nossas gravaçãos, bem eu penso que provavelmente me lembraria do 'White Pony'. Há muita atmosfera e 'soundscaping'. Eu não posso pensar melhor sobre isso no momento."
ARTISTICdirect entrevista Chino Moreno
Chino Moreno permanece um dos mais enigmáticos homens de frente já respeitados no palco. Sua voz única influênciou toda uma geração de bandas e suas fascinantes performaces sao inegaveis. Com O Deftones, ele ajugou a definir a música alternativa. Sua música combinada com seu vocal desenfreado e emocionado com riffs precisos e turbilhões e texturas suaves para um fascinante sinal de post-grunge dentro disto tudo.Porém, um verdadeiro artista precisa mais do que uma tela. Então, no Team Sleep, Chino traz o trip-hop e guitarras quentes de rock junto de um grupo musical. O debutante auto-intitulado da banda trouxe novos fans e seus próximos lançamentos da série de EPs digitais vão levá-los mais distante do buraco do coelho. Enquanto está na estrada com o Team Sleep para uma turnê de inverno, ele senta nos bastidores e diz mais de cada faceta de seu processo criativo para o ARTISTdirect.
Eu sei que suas influências são diversas. Elas vão do post-punk como Morrissey e The Cure até o amtient jazz, como Bohren An Der Club of Gore, ao rock distorcido, como The Smashing Pumpkins. O Team Sleep é um canal pra pôr todas as suas influências em um único projeto?
Sim, não tem sido algo que está realmente planejado. Tem sido geralmente o jeito simples de fazer música em grupo. Para alguém, a diferença de músicos envolvidos no Team Sleep faz o grupo parecer um pouco estranho. [Baterista] Zach Hill e DJ Crook vieram de dois completamentes diferentes mundos musicais. Mas quando eles estão juntos, é incrível. Pra mim, a música é algo mais punk, com alguma merda de hip-hop no meio, [risadas]. Punk e hip-hop são duas influências com que cresci. Pegando novas coisas que vieram compôr meu estilo de cantar. Obviamente, como você disse, The Smashing Pumpkins são também uma grande inspiração. Eu amo a levada da guitarra. Nós realmentes temos tirado um monte de influências disso e Jane’s Addiction também. Muita melodia e guitarras energéticas me inspiram—não muito power chords—Apenas uma nota discordante. A energia do Bohren and Der Club of Gore são também grande coisas. Durante todo o drone-y, coisas ambientais que nós fazemos, essas influências aparecem. Ultimamente, Team Sleep é uma mistura de tudo que eu gosto e tenho crescido gostando.
As músicas do Team Sleep sempre tem um grande visual. É seu objetivo contar histórias e evocar emoções com essas músicas?
Não é muito contar histórias, mas isso causa alguma alegria. Ao vivo, nós geralmente temos visuais que estamos usando. A música geralmente causa alguma alegria, e a pintura somente é adicionada a issot. Você precisa ver, e você precisa vizualizar. Pra mim, isso é uma das melhores coisas que tenho feito—juntar visual com música—e isso é um dos meus mais divertidos hobbies. A música do Team Sleep é provavelmente um dos melhores tipos de música pra se adicionar visuais.
Eu acho que sim. É mais fácil você criar isso com o Team Sleep porque não há limites. É o caso?
Bem, se você compar isso ao Defotnes, sim. Eu acho que com o Deftones nós construimos uma careira no rock agressivo. Para o Deftones, nós encorporamos um monte de diferentes sons dentro das músicas, mas a música geralmente tem um caminho definido. Eu suponho que há limites onde nós temos que adicionar certos elementos na nossa música pra fazer o que é feito no Deftones. Com o Team Sleep, não há limites. Então isso é um pouco diferente.
Também parece que as músicas do Team Sleep vêm naturalmente pra vocês cindo. As novas músicas nos EP's digitais são uma evolução do material ao álbum debutante?
Sim, essas músicas do EP são um pouco diferentes. O debutante tem mais de sentimento "vivo". Nós basicamente gravamos todas as coisas juntos, então soou como uma banda. Enquanto muitas músicas do EP são mais eletrônicas, e foi composto individualmente. Agora a próxima gravação, que nós planejamos lançar em 2010 ou depois, será nosso segundo "full length" álbum que nós faremos como uma banda. Há dois jeitos que eu acredito que o Team Sleep pode trabalhar. Eu não diria que este ou aquele é o melhor. Eu só acho que é divertido estar disponível para fazer os dois.
Dentro de dois jeitos para se criar, parece que você tem duas mentalidades também: o lado eletronico e o da guitarra barulhenta.
Eu não acho que seja dois lados do meu cérebro ou algo do tipo. Isso tudo parece natural pra mim. Eu não sei quando eu estou do lado eletronico ou o da guitarra barulhenta [laughs].
Este novo material tem a mesma grande área de alcance de emoções que o debut do Team Sleep teve? "Blvd Knights" tem uma apaixonada sensação enquanto "Our Ride to the Rectory" tem uma simples vibração de verão. Todas essas emoções estão representadas nas novas músicas?
Sim, definitivamente. Algumas das novas músicas me lembram o som da natureza. Há algumas músicas que soa como um máquinario pra mim. Se você pensa em tecnologia e natureza, isso são mundos diferentes. Eu tento e descrevo isso abrangente. Na minha esquerda, há a grande merda hi-tech eletronica e a minha direita, há a grande coisa "lo-fi" indispensável.
Você acha que a tênue linha entre o natural e o futuro complica as coisas para você como escritor?
É um desafio. Umas das maiores coisas que eu aprecio na música é quando pessoas misturam instrumentação fundamental com intrumentação eletronica. É mais possível que seja imperfeito, e fácil de fracassar. A energia tem que ser exata. Se funcionar, realmente funciona. Então com o Team Sleep, nós temos um monte de coisas que não é usada. Com o Deftones, nós não colocamos tudo que escrevemos nas gravações, então temos uma algumas músicas deixadas de fora. Porém, enquanto escrevo para o Team Sleep, há um tom de música. Então nós somos exigentes na escolha de fazer uma coerente gravação.
A estética do Team Sleep tem uma vibe de anos 70, é esse época que está sempre te inspirando?
Sim, é algo sempre muito nostálgico pra mim. Faz parte da minha infância, então. Pra mim, isso foi o que eu olhava quando era criança. Todas as fotos que eu tenho da minha infância, todas elas lembra isso (risadas). Esse filme está todo no estilo de "Super-8". Então é nostálgico pra mim. Eu amo procurar velhos vídeos e velhas filmagens daquela época. Com isto, Tento incorporar um monte de diferentes elementos. Essa coisa é realmente fundamental, e isso traz você de volta a sentir-se nos anos 70 e na infância [risos].
É legal, porque é uma grande arte—ambas, música e filmes—sairam desta época. Existia alguma coisa no ar.
Acho que sim. Foi arrepiante também. Um monte dessas coisas realmente foram arrepiantes pra mim. Isso é parte da razão porque eu gosto disso. Eu gosto de coisas muito vagas: alguns filmes, fotos, musicas ou letras em geral. Eu sou muito atracado a coisas incertas que você não sabe o que pensar disso. Pra mim, é um bom sentimento. Essa coisa de ter fascinação por coisas usadas também. É impressionante que isto esteja dentro do que nós fazemoso—seja via Deftones ou Team Sleep. Está em qualquer música ou filmagem que nós trabalhamos.
Você sempre está pronto a explorar emoções em um nível transcedencente onde você transporta seus sentimentos, mas as letras são abstratas.
É uma das minha coisas preferidas sobre música e o que eu tento fazer. É tirado das minhas influências, como Morrissey e The Cure, onde eu tiro das minhas sensações. Eu lembro de sentrar em uma sala como uma criança, e eu tinha todas as fitas do The Cure. As fitas que eu tinha nao contia letras nela. Então eu escutava as músicas novamente e novamente e escrevia as letras à mão. Então eu só lia as letras sem a música. Eu lembro de achar algumas coisas do Robert Smith dizendo que foi tão casual, especialmente em Pornography. É muito vago, mas isso deixa você com estes sentimentos. Ele pintou essas pequenas figuras, mas não tinha como fazer você saber o que ele realmente fez. Honestamente, acho que isso foi o que me enfluênciou a começar a escrever deste jeito. Eu não percebi que eu estava fazendo isso até começar a olhar pra trás, porque essas foram algumas letras que eu me interessei.
Qual é o plano para os EPs digitais?
Nós temos um monte de faixas prontas. A qualidade está do jeito que deveria estar. É mais algo eletronico, e eu não acho que isso será re-gravado, porque isso soa incrível deste jeito. Tudo está indo bem para o lançamento online.
Você me contou antes quão inspirado você está por diferentes formas de arte. Você está ampliando seu interesse sobre outros caminhos artisticos?
Eu definitivamente quero fazer mais coisas visuais. Eu também quero continuar a fazer música pelo máximo de tempo que puder. Piano é uma das minhas coisas favoritas agora. Eu realmente quero tentar e progredir nisso. Mais do que qualquer coisa, eu quero tentar e crescer musicalmente. Também eu quero fazer vídeos. Possívelmente um dia, eu gostaria de escrever, dirigir, gravar e produzir um filme sozinho. É o ultimo objetivo pra mim. Não sei de que forma isso seria, mas seria engraçado [risos].
É ainda difícil achar inspiração depois de criar e participar de duas bandas desde que você foi uma criança?
Não, a música é a inspiração. Qualquer hora eu escolho um guitarra ou tocar piano que me inspira bem. Duas notas que vêem juntas vão influenciar uma idéia completa. É legal estar feliz quando você sente como você estivesse em um tipo de mau lugar em sua mente. Acho que algo bom musicalmente sairá, mas cansa você viver assim. Eu me sinto cansado nos últimos anos, Eu tive uma mudança na minha vida pessoal. Está melhor, e eu acho que me ajudou musicalmente também. Como um monte de coisas novas do Deftones, a escrita que nós estamos fazendo provavelmente é algum dos mais materiais acelerados. Escrevemos, e foi tão rápido. Todos estão muito abertos, e foi uma experiência incrível fazer nossa sexta gravação. Estamos nos divertindo fazendo isso agora. Eu acho que isso é a coisa mais importante: se divertir enquanto fazemos isso.
Isso é porque você toca música e porque você comecou.
A realidade disso é que não pode ser sempre assim. Há altos e baixos. Eu acho que o mal perído foi nos últimos anos com o estrutura do Deftones. Isso foi muito mal. Quando fomos fazer o Saturday Night Wrist, acho que foi onde tudo desmoronou. Obviamente, então tudo voltou novamente. Naquele ponto, nossas relações na banda só tinham crescido em algo mais sólido do que já foi. Essa foi a coisa positiva.
—Rick Florino 12.12.07
Nova entrevista de Chino !
ARTISTdirect postou uma entrevista exclusiva com Chino Moreno em sua home page.
Chino falou da atual turnê do Team Sleep, seu próximo EP digital, suas influências e a proxima gravação do Deftones.
Entrevista completa.
http://www.artistdirect.com/nad/news/article/0,,4504799,00.html
Em breve tradução da entrevista!!!!



